Uau... Faz tempo que não escrevo nada por aqui, mas é só porque estou na correria de final de semestre e de preparação para o mochilão...
Este semestre está chegando ao fim, junto com todas as experiências e novidades. O que mais estará para acabar? Liberdade, amizades, encontros? Quem sabe dizer ao certo o que o futuro nos reserva?
Sei que será bom voltar para casa, rever amigos, compartilhar fotos e experiências, mas ao mesmo tempo sinto um peso por deixar tudo por aqui. Estar aqui me fez crescer, me fez descobrir o quanto ainda não me conheço, e se não fiz muito para me conhecer de verdade (por medo, talvez), pelo menos abriu os olhos para quem eu não sou e me preparou para descobrir quando estiver de volta.
Passei por tantos momentos que pareceram muito mais de seis meses, ao mesmo tempo, passou tão rápido, que parece que cheguei outro dia. Estranho esta sensação nostálgica antes mesmo de partirmos. Saudades do que ainda temos, mas sabemos que em breve perderemos. E quem disse que precisamos perder? Acho impossível perder de fato, porque tudo o que foi vivido ficará marcado em nós para sempre, nos fez quem somos hoje, melhores ou piores, não importa, já faz parte algo bem maior, faz parte da nossa vida e da vida de quem por ela passou.
Quem sou eu
- Ana Santos
- Alguém que decidiu escrever para não precisar falar...
sábado, 11 de junho de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
Juntando os cacos
Hoje eu acordei me sentindo despedaçada.
O que eu estou fazendo da minha vida? Pra quem eu estou me doando?
Sinto que meu coração está espelhados por todos os amores, paixões, casos, rolos que já passaram por minha vida, aqueles que eu não quis, aqueles que não me quiseram...
Sempre fui de me subestimar, talvez por isso meu coração foi tão desprotegido e certamente por isso ele está tão despedaçado.
Acordei pensando na vida que poderia ter sido e não foi, em tantos caminhos e rumos que poderia ter tomado, mas mudou de curso. Alguns, eu agradeço imensamente por não terem seguido, outros eu lamento na dúvida de se perdi a grande chance da minha vida.
Nada disso faz muito sentido agora, quando você se vê espalhada entre tantas histórias bonitas que nem sempre tiveram um desfecho.
Talvez seja este o grande problema, a falta de desfecho. Ou talvez seja a falta de alguém que nos faça feliz que nos leve a pensar sobre isso... Ahhh... e quando não somos esse alguém, começamos a procurar na pessoa errada (o outro) a felicidade e é nisso que dá... Pedaços espalhados.
Ainda não me sinto forte o suficiente pra começar a me reconstruir, mas me sinto determinada a dar um basta nisso! É um processo, eu sei... Sei também que é lento, gradual e doloroso. Mas no fim recompensa (eu espero).
Me quero inteira de novo, faz tanto tempo que nem lembro qual é a sensação... talvez nem goste de mim assim, mas depois que eu descobrir, estarei pronta pra começar a me doar de novo, dessa vez, pra pessoa certa, que levará um pedacinho de mim e deixará um pedacinho dela. Pedaço este tão importante, que esta pessoa não sairá mais de perto de mim, porque não aguentará viver sem ele.
O que eu estou fazendo da minha vida? Pra quem eu estou me doando?
Sinto que meu coração está espelhados por todos os amores, paixões, casos, rolos que já passaram por minha vida, aqueles que eu não quis, aqueles que não me quiseram...
Sempre fui de me subestimar, talvez por isso meu coração foi tão desprotegido e certamente por isso ele está tão despedaçado.
Acordei pensando na vida que poderia ter sido e não foi, em tantos caminhos e rumos que poderia ter tomado, mas mudou de curso. Alguns, eu agradeço imensamente por não terem seguido, outros eu lamento na dúvida de se perdi a grande chance da minha vida.
Nada disso faz muito sentido agora, quando você se vê espalhada entre tantas histórias bonitas que nem sempre tiveram um desfecho.
Talvez seja este o grande problema, a falta de desfecho. Ou talvez seja a falta de alguém que nos faça feliz que nos leve a pensar sobre isso... Ahhh... e quando não somos esse alguém, começamos a procurar na pessoa errada (o outro) a felicidade e é nisso que dá... Pedaços espalhados.
Ainda não me sinto forte o suficiente pra começar a me reconstruir, mas me sinto determinada a dar um basta nisso! É um processo, eu sei... Sei também que é lento, gradual e doloroso. Mas no fim recompensa (eu espero).
Me quero inteira de novo, faz tanto tempo que nem lembro qual é a sensação... talvez nem goste de mim assim, mas depois que eu descobrir, estarei pronta pra começar a me doar de novo, dessa vez, pra pessoa certa, que levará um pedacinho de mim e deixará um pedacinho dela. Pedaço este tão importante, que esta pessoa não sairá mais de perto de mim, porque não aguentará viver sem ele.
Madrugada de uma Sexta Feira 13
O maior motivo pelo qual não nos livramos dos nossos fantasmas é que, no fundo, todos temos medo da solidão.
Mas aí te pergunto: não são eles que muitas vezes nos impedem de sermos felizes?
- Sim!
Porém, é doloroso demais arriscar.
Fazer a chamada limpeza da alma é se esvaziar de tudo o que é ruim, que nos faz mal... e o que se esvazia, fica pronto para ser cheio novamente.
Mas aí te pergunto: não são eles que muitas vezes nos impedem de sermos felizes?
- Sim!
Porém, é doloroso demais arriscar.
Fazer a chamada limpeza da alma é se esvaziar de tudo o que é ruim, que nos faz mal... e o que se esvazia, fica pronto para ser cheio novamente.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Jantar de curso
Sabe aquela criança que foi convidada para a festa de aniversário do coleguinha mais popular da escola? ou aquela menina que foi convidada para o seu primeiro baile? Sim, cenas de filme americano, em que a felicidade é tão incontida que os personagens parecem bobos... Pois é... Me senti exatamente assim quando, em meio a um trabalho em grupo, fui convidada para comparecer no jantar de curso que ocorreria naquela noite.
O jantar de curso é uma coisa bem tradicional aqui em Coimbra, todos os cursos o fazem, e toda a sala é convidada, mas como estou de Erasmus,nunca fui diretamente convidada e nunca tinha pensado em ir.
Quando me convidaram ontem, pensei que poderia ser uma boa oportunidade para fazer amizades e, de fato, foi!
Conheci pessoas maravilhosas, conversamos sobre assuntos variados, músicas, novelas, diferença de palavras entre o português de Portugal e do Brasil, e terminamos a noite na serenata de abertura da Queima das Fitas, que, aliás, promete!
To feliz, to contente!
Bj tchau!
O jantar de curso é uma coisa bem tradicional aqui em Coimbra, todos os cursos o fazem, e toda a sala é convidada, mas como estou de Erasmus,nunca fui diretamente convidada e nunca tinha pensado em ir.
Quando me convidaram ontem, pensei que poderia ser uma boa oportunidade para fazer amizades e, de fato, foi!
Conheci pessoas maravilhosas, conversamos sobre assuntos variados, músicas, novelas, diferença de palavras entre o português de Portugal e do Brasil, e terminamos a noite na serenata de abertura da Queima das Fitas, que, aliás, promete!
To feliz, to contente!
Bj tchau!
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Novidade
Definições e mais definições só servem pra tirar a característica fundamental das coisas.
Pra que tentar definir com palavras os sentimentos?
Pra que ficar falando de coisas que não podem ser traduzidas, só vividas e sentidas?
Pra que estragar a surpresa de quem vai experimentar? De quem começa a descobrir o mundo?
Deixe que os curiosos possam ter o prazer de sentir, de se confundir, de conhecer, de elaborar suas próprias teorias e guardá-las para si, para que muitos outros tenham a chance de fazer o mesmo.
O prazer da vida está no constante espanto com as descobertas diárias.
Pra que tentar definir com palavras os sentimentos?
Pra que ficar falando de coisas que não podem ser traduzidas, só vividas e sentidas?
Pra que estragar a surpresa de quem vai experimentar? De quem começa a descobrir o mundo?
Deixe que os curiosos possam ter o prazer de sentir, de se confundir, de conhecer, de elaborar suas próprias teorias e guardá-las para si, para que muitos outros tenham a chance de fazer o mesmo.
O prazer da vida está no constante espanto com as descobertas diárias.
sábado, 16 de abril de 2011
Diário de bordo - parte I
Bom, esse semestre vim fazer intercâmbio em Coimbra, sabe como é, primeira viagem sozinha, ficar muito tempo longe... Deixei a família apreensiva e prometi dar notícias, notícias para aqueles que se preocupam e querem partilhar todos os detalhes, sabe? Então comecei a escrever um diário de bordo, que enviava com uma certa periodicidade, mas aí acabei pega pela correria dos dias universitários e dei uma parada. Pretendo voltar, e acho que essas publicações podem servir de incentivo, então, tá aí...
Vou atualizá-los, como o prometido.
Quando entrei qdo entrei no avião fiquei beem decepcionada, lugar pequeno e nem era na janela. Ao meu lado tinha um cidadão que hablava castellano, o sortudo da janela, como ficou conhecido por mim. Foi estranho a decolagem do avião, mas isso porque eu ainda não tinha passado pela experiência do pouso...rs Durante o vôo comi demais, primeiro teve a janta: Pollo ou Pasta? Arrisquei no frango, que parecia um nuggets gigante, mas estava mto bom, ainda tinha um pãozinho integral e manteiga e polenguinho. A sobremesa era aquele negócio estranho que é amarelo e vermelho e parec meio gelatinoso, sabe? nunca tive coragem de experimentar, não ia ser no avião, né? Mais tarde, depois de uma cochilada, começaram os filmes, primeiro, Wall Street, o Dinheiro Nunca Dorme, que eu já havia assistido numa das minhas tardes livres depois do estágio...Cochilei mais um pouco e acordei perto do final do filme. Em seguida passou um outro cujo nome eu não faço idéia, mas era bem engraçadinho, ok, não entendi tudo - era em inglês e sem legenda - mas deu para dar boas risadas (o filme conta a história de uma menina que era suuper zuada no colégio por uma tal de JJ e quando parece que superou tudo, volta a sua cidade natal para o casamento do irmão e descobre que sua arqui-inimiga será sua cunhada. Primeiro ela quer um pedido de desculpas, depois quer desmascará-la...e assim vai...). Voltei a cochilar e acordei na hora certa de ganha um Kit Kat...hum delicia! rsrs
De manhã serviram um croissant com queijo e presunto, suco, chocolate, café e uma saladinha de frutas beeem sem vergonha, que só tinha melão e mamão - detalhe que eles dizem que a mudança de pressão pode causar desconfortos intestinais e vão dão logo mamão?! vai entender... -, depois as horas finais, mais duas horas e estaria em Madrid.
Como já citei, o pouso foi bem desconfortável, tem momento em que parece que o avião estã em queda livre..dá aquele friozinho na barriga, senti uma pressão no peito e na cabeça também...não legal.
Em Madrid...nossa, como aquele aeroporto é gigante! Levei quase uma hora pra chegar no poertão de embarque.Muitas esteiras e tem que pegar até um metro dento do aeroporto mesmo pra chegar no portão de embarque. Por sorte não tive que levar a bagagem -só a de mão- , pesada do jeito que estava não ia dar certo...rs Ah... o esquem do vinho não rolou...mas dormi do mesmo jeito. E quanto ao banheiro, só fui pra pegar papel higiênico, pq o ar do avião atacou minha rinite, ai já viu...inclusive, meu nariz está tooodo assado.
Embarquei e adivinha? meu assento não era na janela e pra completar, era na frente do assento da saida de emergência, ou seja, o banco não reclina..... Tudo bem, estava tão cansada que nem sei como o avião decolou. Acordei um pouco antes de passar um suquinho com um saquinho de mix de castanhas...como vocês podem reparar, meu instinto de acordar com a comida persiste. rsrs
Nossaaaaa..... se o pouso do outro avião foi difícil, esse nem se fala! Ele ia virando de um lado pro outro..me deixou enjoada. Mas a vista.... linda! as nuvens pareciam almofadas, não dava pra enxergar nada a baixo...quando começamos a descer, dava pra ver as sombras delas no mar =) e depois, a cidade começou a aparecer... muito bonito, quase perfeito, não fosse os semi-loopings que o piloto estava dando com o avião..
Cheguei em Lisboa e foi muito mais fácil que Madrid, peguei as malas, coloquei no carrinho e parei na lanchonete pra comer uma coisinha (vocês devem estar pensando: comer mais?! mas atente para o detalhe que aqui já é meio dia aqui..rs)
Peguei um taxi e fui para a estação Combio Oriente, que tem ônibus, trem e outras coisinhas...O sr taxista foi muito simpático, mas não simpático do tipo, que você vai fazer mais tarde, sabe? Cheguei na bilheteria e tinha um comboio que saia para Coimbra em três minutos...sai feito uma louca e consegui pegá-lo. Uma espanhola me ajudou a subir a mala no trem, muito simpática também, mas minha mala ficou no meio do corredor, não tinha espaço nas laterais, onde cabem malas maiores, e em cima não dava pra pôr. Cheguei em Coimbra depois de 2 horas e quase cai dentro do trem, minha mala virou... pra descer do vagão um rapaz me ajudou com a mala, também sem segundas intenções, no máximo de agilizar o desembarque... Agora essa parte é triste: Ainda tinha que pegar um outro comboio para o centro da cidade e quando fui atravessar tinha um rampinha e não consegui puxar a mala, mas ela conseguiu me puxar ...cai com tudo...meu joelho está meio zuadinho.. Percebi umas meninas cachoando de mim dentro do comboio, mas resolvi ignorá-las. NO centro de Coimbra Liguei para Joana, a portuguesa que mora aqui com a mari e que ficou de me entregar a chave do apê e do quarto. Peguei um outro taxi e finaklamente, após 5euros e 85, cheguei no apê.
A Joana é uma graça, me mostrou tudo e se disponibilizou para ajudar em qualquer coisa, até me ofereceu uma jantinha agora a pouco...Ela faz medicina e está estudando para uma prova de amanhã...sábado, dá pra acreditar??rsrs
A Mari deixou bilhetinhos de boas vindas para mim, com algumas dicas e dizendo que volta dia 1/02.
Até agora está tudo bem, mas está beeem frio. O apê é jeitosinho, o quarto é bem legal, mas aqui em Portugal, calefação - é assim que se escreve? - não é usual, então o frio entra por todos os lados...
Vou tentar dar uma voltinha por aqui...
Até o próximo capítulo...rsrs
Vou atualizá-los, como o prometido.
Quando entrei qdo entrei no avião fiquei beem decepcionada, lugar pequeno e nem era na janela. Ao meu lado tinha um cidadão que hablava castellano, o sortudo da janela, como ficou conhecido por mim. Foi estranho a decolagem do avião, mas isso porque eu ainda não tinha passado pela experiência do pouso...rs Durante o vôo comi demais, primeiro teve a janta: Pollo ou Pasta? Arrisquei no frango, que parecia um nuggets gigante, mas estava mto bom, ainda tinha um pãozinho integral e manteiga e polenguinho. A sobremesa era aquele negócio estranho que é amarelo e vermelho e parec meio gelatinoso, sabe? nunca tive coragem de experimentar, não ia ser no avião, né? Mais tarde, depois de uma cochilada, começaram os filmes, primeiro, Wall Street, o Dinheiro Nunca Dorme, que eu já havia assistido numa das minhas tardes livres depois do estágio...Cochilei mais um pouco e acordei perto do final do filme. Em seguida passou um outro cujo nome eu não faço idéia, mas era bem engraçadinho, ok, não entendi tudo - era em inglês e sem legenda - mas deu para dar boas risadas (o filme conta a história de uma menina que era suuper zuada no colégio por uma tal de JJ e quando parece que superou tudo, volta a sua cidade natal para o casamento do irmão e descobre que sua arqui-inimiga será sua cunhada. Primeiro ela quer um pedido de desculpas, depois quer desmascará-la...e assim vai...). Voltei a cochilar e acordei na hora certa de ganha um Kit Kat...hum delicia! rsrs
De manhã serviram um croissant com queijo e presunto, suco, chocolate, café e uma saladinha de frutas beeem sem vergonha, que só tinha melão e mamão - detalhe que eles dizem que a mudança de pressão pode causar desconfortos intestinais e vão dão logo mamão?! vai entender... -, depois as horas finais, mais duas horas e estaria em Madrid.
Como já citei, o pouso foi bem desconfortável, tem momento em que parece que o avião estã em queda livre..dá aquele friozinho na barriga, senti uma pressão no peito e na cabeça também...não legal.
Em Madrid...nossa, como aquele aeroporto é gigante! Levei quase uma hora pra chegar no poertão de embarque.Muitas esteiras e tem que pegar até um metro dento do aeroporto mesmo pra chegar no portão de embarque. Por sorte não tive que levar a bagagem -só a de mão- , pesada do jeito que estava não ia dar certo...rs Ah... o esquem do vinho não rolou...mas dormi do mesmo jeito. E quanto ao banheiro, só fui pra pegar papel higiênico, pq o ar do avião atacou minha rinite, ai já viu...inclusive, meu nariz está tooodo assado.
Embarquei e adivinha? meu assento não era na janela e pra completar, era na frente do assento da saida de emergência, ou seja, o banco não reclina..... Tudo bem, estava tão cansada que nem sei como o avião decolou. Acordei um pouco antes de passar um suquinho com um saquinho de mix de castanhas...como vocês podem reparar, meu instinto de acordar com a comida persiste. rsrs
Nossaaaaa..... se o pouso do outro avião foi difícil, esse nem se fala! Ele ia virando de um lado pro outro..me deixou enjoada. Mas a vista.... linda! as nuvens pareciam almofadas, não dava pra enxergar nada a baixo...quando começamos a descer, dava pra ver as sombras delas no mar =) e depois, a cidade começou a aparecer... muito bonito, quase perfeito, não fosse os semi-loopings que o piloto estava dando com o avião..
Cheguei em Lisboa e foi muito mais fácil que Madrid, peguei as malas, coloquei no carrinho e parei na lanchonete pra comer uma coisinha (vocês devem estar pensando: comer mais?! mas atente para o detalhe que aqui já é meio dia aqui..rs)
Peguei um taxi e fui para a estação Combio Oriente, que tem ônibus, trem e outras coisinhas...O sr taxista foi muito simpático, mas não simpático do tipo, que você vai fazer mais tarde, sabe? Cheguei na bilheteria e tinha um comboio que saia para Coimbra em três minutos...sai feito uma louca e consegui pegá-lo. Uma espanhola me ajudou a subir a mala no trem, muito simpática também, mas minha mala ficou no meio do corredor, não tinha espaço nas laterais, onde cabem malas maiores, e em cima não dava pra pôr. Cheguei em Coimbra depois de 2 horas e quase cai dentro do trem, minha mala virou... pra descer do vagão um rapaz me ajudou com a mala, também sem segundas intenções, no máximo de agilizar o desembarque... Agora essa parte é triste: Ainda tinha que pegar um outro comboio para o centro da cidade e quando fui atravessar tinha um rampinha e não consegui puxar a mala, mas ela conseguiu me puxar ...cai com tudo...meu joelho está meio zuadinho.. Percebi umas meninas cachoando de mim dentro do comboio, mas resolvi ignorá-las. NO centro de Coimbra Liguei para Joana, a portuguesa que mora aqui com a mari e que ficou de me entregar a chave do apê e do quarto. Peguei um outro taxi e finaklamente, após 5euros e 85, cheguei no apê.
A Joana é uma graça, me mostrou tudo e se disponibilizou para ajudar em qualquer coisa, até me ofereceu uma jantinha agora a pouco...Ela faz medicina e está estudando para uma prova de amanhã...sábado, dá pra acreditar??rsrs
A Mari deixou bilhetinhos de boas vindas para mim, com algumas dicas e dizendo que volta dia 1/02.
Até agora está tudo bem, mas está beeem frio. O apê é jeitosinho, o quarto é bem legal, mas aqui em Portugal, calefação - é assim que se escreve? - não é usual, então o frio entra por todos os lados...
Vou tentar dar uma voltinha por aqui...
Até o próximo capítulo...rsrs
Descoberta
Às vezes, quando buscamos novos caminhos, acabamos por nos perder, entramos em ruas erradas, buscamos retornos que não nos levam de volta, porque nem sempre há como voltar, mas o mais importante é termos em mente onde queremos chegar.
Não importa se não sabemos quem somos, cada um tem seu tempo de descobrir, o que faz a diferença é sabermos quem não queremos ser, a partir daí, não digo que as coisas fiquem mais fáceis, mas nos sentiremos mais livres para experimentar.
Não importa se não sabemos quem somos, cada um tem seu tempo de descobrir, o que faz a diferença é sabermos quem não queremos ser, a partir daí, não digo que as coisas fiquem mais fáceis, mas nos sentiremos mais livres para experimentar.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Reflexões sobre o amor
Acho engraçado a facilidade que as pessoas têm de se envolver e amar umas às outras... não estou falando do amor em Cristo, que é um dever de todo cristão, mas aquele amor entre homem e mulher, namorados, por exemplo... Começam hoje, amam amanhã, e depois, esquecem que já amaram e partem para a próxima...
Quantos amores inesquecíveis você já teve e esqueceu? E quantos amores eternos que acabaram? Quantas juras, que hoje são pra sempre e amanhã perdem o sentido, você já fez?
Vinicius de Moraes, no Soneto da Fidelidade diz: "...que seja infinito enquanto dure". Sempre tive uma dificuldade enorme em entender como alguma coisa que vai acabar pode ser infinita. Hoje entendo como: aproveite ao máximo, como se fosse durar para sempre, mesmo que no fim não dure. Mas quanto sofrimento isso pode trazer a alguém? Mergulhar de cabeça numa piscina vazia... Enquanto estamos em queda livre a sensação é boa, parece que podemos voar, mas isso não diminui a dor de quando batemos no fundo, muito pelo contrário, quanto mais alto se sobe, pior a queda.
Qual seria a solução, então? Não amar?
Talvez, as cicatrizes que os amores findos nos deixam façam parte de uma bela colcha de patwork que repousará sobre nossa cama quando não tivermos mais forças para levantar.
Dizem que é melhor se arrepender dos amores vividos do que dos reprimidos...
Quantos amores inesquecíveis você já teve e esqueceu? E quantos amores eternos que acabaram? Quantas juras, que hoje são pra sempre e amanhã perdem o sentido, você já fez?
Vinicius de Moraes, no Soneto da Fidelidade diz: "...que seja infinito enquanto dure". Sempre tive uma dificuldade enorme em entender como alguma coisa que vai acabar pode ser infinita. Hoje entendo como: aproveite ao máximo, como se fosse durar para sempre, mesmo que no fim não dure. Mas quanto sofrimento isso pode trazer a alguém? Mergulhar de cabeça numa piscina vazia... Enquanto estamos em queda livre a sensação é boa, parece que podemos voar, mas isso não diminui a dor de quando batemos no fundo, muito pelo contrário, quanto mais alto se sobe, pior a queda.
Qual seria a solução, então? Não amar?
Talvez, as cicatrizes que os amores findos nos deixam façam parte de uma bela colcha de patwork que repousará sobre nossa cama quando não tivermos mais forças para levantar.
Dizem que é melhor se arrepender dos amores vividos do que dos reprimidos...
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